O nó em minha garganta me impeça que eu fale, 
que grite.
As borboletas no estômago me impedem que eu coma.
A fraqueza me impede que eu me levante. 
A distância me impede que haja alguém para me amparar.
O destino me impediu de sorri
Mas meu olhos, estes não me impedem de chorar. 
Meus sentimentos não me impedem que eu escreva, 
suplicando por refúgio. 
Não há como me recompor, 
pelo menos  por hoje, me sinto desprezível. 
Ao menos hoje, me sinto insegura.
O pouco de confiança que restara em mim,
se perdeu. 
Não espere muito do próximo,
ao menos que você também queira ficar igual a mim também.

Thaynah Pimentel

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