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Mostrando postagens de janeiro, 2013
Tô voltando com aquela velha confiança de sempre. É sempre assim, todo ano é tudo igual. Por incrível que pareça, esse não me parece tão assustador como o outro pareceu. Talvez pela convicção  que tenho de que tudo o que procuro dessa vez seja amadurecimento. Essa é a palavra chave. Não  estou nem um pouco intimidada (ainda) com as horas incansáveis de estudo, as noites sem dormir  e o estresse matinal. Talvez porque não seja isso o que eu precise este ano. Não, de jeito nenhum repetirei a dose. É uma locura, eu sei, mas que seja uma loucura saudável, dessa vez, uma loucura literária eu diria. Por Deus, não suportaria largar meus livros outra vez.  Vai ser diferente agora, ter bons professores me dá uma energia a mais. Embora seja apaixonada pelos meus queridos curitibanos,estudar o dobro do que deveria enquanto perdia tempo em sala de aula é insensatez. Quero ter tempo agora. Tempo para uma caminhada no fim da tarde, um filme preto e branco, tempo de ir na minha ...
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- Ei, vem aqui.. Você está chorando? O que aconteceu? Nunca me disseram como se deve consolar alguém, independente da situação, nunca fui muito boa nisso. Com as palavras, sabe? Deve-se escolhê-las muito bem quando o objetivo é amenizar a dor , acrredito que são esses os poucos segundos cruciais de ação e reação que enxergamos uma verdadeira amizade.Nunca soube dizer nada, também não havia nada a se dizer. Eu jamais entenderia a dor de alguém até passar pela mesma situação a qual passou. E por mais injusta que eu ache essa minha vida e as circunstâncias a qual estive sujeita pelos três últimos anos, a rejeição  de um pai é algo novo e incrédulo demais pra mim. Naquele momento abri meus braços como jamais os abri para alguém. Não lembro sequer quantas horas ficamos assim, juntos, chorando um pelo outro- pois ele sabia, naquele dia que eu também precisava do seu ombro amigo. Não disse nada, mas meu abraço falou por mim.  Gritou, sufocou o meu amor incondicional por aquele g...
Não sei o que deu em mim para vir até aqui lhe escrever, já faz tanto tempo que não.. você sabe, faz muito tempo que não lhe escrevo. Preferi assim, resgatar lembranças não era a melhor solução no momento, e ainda não é. Mas eu queria lhe contar sobre um filme que  vi, você já deve saber como ele é. Meloso, romântico, faz bem o meu tipo. Quantas e quantas vezes lhe arrastei pra ver um desses comigo? Só ironias foram três, e você nunca reclamou. Nem quando tive aquela vontade enorme de ver Pooh. Fala sério né, uma das coisas mais entediantes que  fez ao meu lado foi assistir aquele filme. Mas obrigada por nunca reclamar.Se eu chorei? O tempo todo. Lembra quando lhe falei ? Eu e você, 3MSC. Estava em prantos aquele dia, contando-lhe o final do livro e você sem entender nada, mesmo assim me ouvia. Federico Moccia, lembra ? Lição de amor.Aquele filme italiano, era sua vez de escolher e a cada cena constrangedora você se envergonhava porque eu estava vendo também. Esse é do me...