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Mostrando postagens de março, 2013
''Nós nos amávamos. O problema nunca foi esse. Só não conseguíamos descobrir como parar de tornar o outro desesperadamente, alucinadamente, desgraçadamente infeliz. Muitas vezes, eu ainda era tomada por um desejo de sacrificar tudo pelo amor dele. Em outras, o que eu sentia era o instinto contrário – de colocar tantos continentes e oceanos quanto possível entre mim e aquele cara, na esperança de encontrar paz e felicidade.(..) (..)É difícil lembrar agora quantas vezes terminamos e tornamos a reatar durante aqueles meses. Mas surgiu um padrão: eu me separava dele, recuperava minha força e minha confiança, e então (atraído, como sempre, por minha força e confiança) sua paixão por mim renascia. Estávamos muito comprometidos em resolver aquela história. Porque como era possível duas pessoas que se amavam tanto não terminarem felizes para sempre? Aquilo tinha de dar certo. Não tinha? Novamente juntos, e com as esperanças renovadas, compartilhávamos alguns dias de fe...