''Nós nos amávamos. O problema nunca foi esse. Só não conseguíamos
descobrir como parar de tornar o outro desesperadamente, alucinadamente,
desgraçadamente infeliz.
Muitas vezes, eu ainda era tomada por um desejo de sacrificar tudo
pelo amor dele. Em outras, o que eu sentia era o instinto contrário – de
colocar tantos continentes e oceanos quanto possível entre mim e aquele
cara, na esperança de encontrar paz e felicidade.(..)
(..)É difícil lembrar agora quantas vezes terminamos e tornamos a reatar
durante aqueles meses. Mas surgiu um padrão: eu me separava dele,
recuperava minha força e minha confiança, e então (atraído, como sempre,
por minha força e confiança) sua paixão por mim renascia. Estávamos
muito comprometidos em resolver aquela história. Porque como era
possível duas pessoas que se amavam tanto não terminarem felizes para
sempre? Aquilo tinha de dar certo. Não tinha? Novamente juntos, e com as
esperanças renovadas, compartilhávamos alguns dias de felicidade
delirante. Algumas vezes, até semanas. Mas, depois de algum tempo, ele
tornava a se afastar de mim, e eu me agarrava a ele (ou eu me agarrava a
ele e ele se afastava de mim – nunca conseguíamos entender como o
processo começava), e acaba mais uma vez destruída. E ele acabava indo
embora.(..)
(..)O fato de eu ter passado os últimos dez meses considerando seriamente
essa proposta é um testemunho de como eu amo desesperadamente esse
cara.
A outra alternativa que ainda não havíamos descartado, é claro, é que
um de nós pudesse mudar. [Eu] poderia me tornar mais aberta e mais
afetuosa, sem me afastar de qualquer pessoa que me amasse por medo de
que ela fosse me devorar a alma. Ou [ele] poderia aprender a… parar de
devorar minha alma.''
Comer, rezar e amar.
Caraca, quanto tempo menina... Acho que voce nem lembra de mim UHEUEHUEHEUE maaaaaas... como voce ta? E o Junindárlio, tem falado com ele? rs ele ja tem quantos babys? *0* rs
ResponderExcluirbeijos...
Fernanda.